Você está em:
IMPRIMIR

Partido mais antigo da Europa pode ter uma mulher no comando, afirma deputada Yeda Crusius

15 de fevereiro de 2018

Parlamentar foi a Europa para acompanhar o impasse sobre a Catalunha e a crise no principal partido político da Alemanha

Em viagem à Europa para acompanhar o impasse sobre a Catalunha (Espanha) e a crise no principal partido político da Alemanha – o SPD – , a presidente nacional do PSDB-Mulher, deputada Yeda Crusius (RS), surpreendeu-se. A recuperação do SPD está nas mãos de uma mulher: Andrea Nahles, que pode se tornar a primeira mulher a presidir o partido social democrata mais antigo da Europa.

A tucana alerta sobre a tendência política que ocorre na Europa e que deve ser o caminho também para o Brasil. “Política com Parlamentarismo é melhor. Evita crises que vivemos enfrentando no Brasil”, afirmou a deputada federal.

Os filiados do SPD serão consultados, por meio do voto, no próximo dia 4. Uma espécie de prévias como as que serão promovidas pelo PSDB também no mês que vem.

“O pacto deve ser referendado dia 4 de março pelos mais de 450 mil filiados do partido. Se der ‘não’, haverá novas eleições”, alertou Yeda Crusius. “Se der ‘sim’, o governo será de coalizão. Não somos uma ilha”, ressaltou.

Destaque

Os jornais europeus, como o El País e La Vanguardia, ambos da Espanha, destacam na edição de quarta-feira (14/02) a crise política na Alemanha. Os textos ressaltam que o país foi reconstruído com a força das mulheres, após a Segunda Guerra Mundial.

O SPD, principal partido político da Alemanha e mais antigo social democrata da Europa, vê em Andrea Nahles, ex-ministra do Emprego e de Assistência Social da gestão de Angela Merkel, como a melhor alternativa no momento. Ela pode se tornar a primeira mulher a comandar o mais antigo partido social democrata da Europa.

Formada em Filosofia e Filologia Germânica, Nahles começou a trabalhar na Juventude social-democrata (Jusos), que presidiu entre 1995 e 1999, integrou o comitê executivo e foi secretária-geral da formação da legenda.

Como ministra do Emprego, Nahles conseguiu a aprovação, em 2015, do pagamento de um salário mínimo de 8,50 euros por hora (aproximadamente R$ 34,04 por hora).

Fonte: PSDB-Mulher