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À frente da Comissão da Mulher da Câmara dos Deputados, Shéridan quer ampliar espaço feminino na sociedade

23 de março de 2017

A jovem parlamentar do PSDB de Roraima integra a comissão desde a sua criação, em 2016

A deputada federal do PSDB de Roraima integra a comissão desde a sua criação, em 2016

A deputada federal Shéridan (PSDB-RR) assumiu nesta quinta-feira (23/03) a presidência da Comissão de Defesa dos Direitos da Mulher da Câmara  (CMulher). A jovem parlamentar integra a comissão desde a sua criação, em 2016, e tem atuação destacada na luta pelos direitos da mulher. As prioridades da tucana à frente do colegiado serão as demandas do público feminino nas reformas política e previdenciária.

O líder do PSDB na Câmara, deputado Ricardo Tripoli (SP), participou da reunião e parabenizou a deputada pela conquista. O tucano destacou que, das três comissões lideradas pelo PSDB, duas são presididas por mulheres. Além de Shéridan, a deputada Bruna Furlan (PSDB-SP) assumiu nesta quinta-feira a presidência da Comissão de Relações Exteriores.

“Quero saudar a deputada Shéridan e dizer que fico muito honrado. A bancada do PSDB acertou na indicação”, afirmou. Segundo Tripoli, a CMulher é uma das mais importantes do Congresso Nacional por ser um espelho do avanço do espaço que é de direito da mulher.

O líder destacou ainda uma frase de Shéridan que chama a atenção: “Lugar de mulher é onde ela quiser”, costuma defender a deputada. Segundo a nova presidente, a pauta da mulher enfrenta inúmeros desafios vivenciados no dia a dia.

O Brasil ainda vive um momento de muita desigualdade, sobretudo social, em relação ao espaço da mulher, acredita a tucana. A questão afeta inclusive o Congresso, cuja bancada feminina não chega a 10% das cadeiras. “Me sinto muito orgulhosa em saber que, das três comissões lideradas pelo PSDB, duas são presididas por mulheres. Infelizmente, ainda é um grande desafio da sociedade eleger mais mulheres para estarem aqui”, completou.

A parlamentar adianta que já existem demandas da comissão relacionadas às reformas política e previdenciária. Inicialmente, o colegiado deve discutir essas pautas, que já se encontram em tramitação na Casa. “A causa da mulher não se restringe ao sexo feminino, é uma causa da família brasileira”, explicou Shéridan.

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Fonte: PSDB na Câmara