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“Hora de arregaçar as mangas”, por Solange Jurema

3 de junho de 2013

Passada a XI Convenção Nacional do PSDB com a nossa intensa e vibrante participação, conquistadas 30% das vagas no Diretório e na Comissão Executiva Nacional, chegou a hora de nos voltarmos para a organização interna do PSDB-Mulher, arregaçar as mangas e pensar em 2014.

O Secretariado Nacional da Mulher já começou a discutir o seu planejamento para o biênio 2013/2014

e traçar as linhas de ações político-partidárias para ampliarmos nossa participação na sociedade brasileira.

O objetivo é estabelecer um roteiro de viagens pelo país, ao lado do presidente do partido, o senador mineiro Aécio Neves, e apresentar nosso plano de ação e as políticas do PSDB-Mulher para nossas militantes e para a sociedade.

Nunca é tarde para lembrar que nós, tucanas, já somos 44% dos totais de filiados do PSDB e nos comprometemos a chegar a 50% no menor prazo possível, realizando um esforço de filiações em todo o território nacional, especialmente naqueles estados em que a nossa estrutura ainda não está fortalecida como deveria.

Afinal, em ano de eleição presidencial, o partido precisa estar organizado em todos os seus segmentos – mulher, sindical e juventude – e em todas as unidades da Federação para elegermos o Presidente da República e o maior número de governadores, senadores, deputados federais e estaduais.

Nossa campanha de filiação para alcançar a meta dos 50% de filiados será realizada junto à sociedade, atraindo quadros qualificados e identificados com as causas da mulher, com o combate à violência e a discriminação contra as mulheres.

Pessoas sérias, honestas e comprometidas com o povo. Dessas, os estados irão indicar aquelas que levarão às ruas nossas propostas nas campanhas eleitorais, com a força, a coragem e o vigor de nossa militância.

Esse trabalho é fundamental, diria essencial para alcançar nosso objetivo partidário de tornar o PSDB um partido ainda mais representativo no contexto institucional do Brasil.

Nós, mulheres, somos a maioria da população e do eleitorado, chefes de família de um terço dos lares brasileiros e nossa representação política – em todos os níveis – ainda é muito pequena, aquém do que deveria ser.

Portanto, vamos começar a trabalhar desde já para alcançarmos nossos objetivos, arregaçar as mangas e mais uma vez, mostrar nosso valor como militantes e lideranças que lutam pelo fim de qualquer tipo de discriminação e violência contras as mulheres no Brasil.

Presidente do Secretariado Nacional do PSDB-Mulher