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Resposta de Alberto Pinto Coelho às declarações do vice de Hélio Costa

27 de setembro de 2010

“Patrus se afastou de Minas e voltou apenas agora, nas eleições, para ocupar uma vaga numa chapa montada com o objetivo único de atender a um projeto de poder do PMDB no plano nacional. Nesses oito anos, não o vimos em Brasília defendendo sequer um projeto de importância para os mineiros. Pois bem, desde o primeiro dia do governo, Aécio e Anastasia se comportam de forma republicana, sem fazer distinção de prefeituras ou partidos, como reconhecem os próprios prefeitos do PT e do PMDB. Um governo sem cores partidárias, de todos e para todos. Lamento que Patrus não possa ter testemunhado aqui os enormes avanços sociais que levaram setores que tradicionalmente apoiavam o PT a estar conosco nessas eleições. Essas pessoas não mudaram seus valores e princípios. Patrus fala de consciência cívica, mas não fala sobre as graves denúncias feitas de favorecimentos, má gestão, e até de extorsão, envolvendo seu companheiro na chapa. Seria bastante pedagógico para todos ouvirmos dele as explicações devidas para as denúncias de uso de empresas federais e até de caixa dois. Já que foi escalado para falar em nome de Hélio Costa, ele poderia usar essa semana para esclarecer esses assuntos sobre os quais tem se silenciado”.