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Antonio Anastasia e Aécio Neves comemoram antecipação das metas de redução da pobreza em Minas

14 de julho de 2010

O governador Antonio Anastasia, candidato à reeleição, e o ex-governador Aécio Neves, candidato ao Senado, pela coligação “Somos Minas Gerais”, comemoraram, nesta quarta-feira, dia 14, em Ibirité, Região Metropolitana de Belo Horizonte, os  resultados dos estudos do IPEA (Instituto de Pesquisa Econômica e Aplicada), sobre a redução da pobreza em Minas.

De acordo com o instituto, vinculado ao governo federal, o Estado vai antecipar em três anos a meta nacional de erradicação da miséria no país. O estudo, divulgado nesta terça-feira, dia 13, e publicado em toda a imprensa nacional mostra que Minas está à frente do conjunto dos Estados na eliminação da pobreza.

 “Esta é uma notícia excelente, pois conseguimos reduzir mais do que o Brasil reduziu, o que demonstra o acerto das políticas sociais em Minas. Isso tudo, claro, demonstra uma melhoria das condições e, é claro, o enriquecimento do Estado, e diminuição da pobreza. Estamos muito bem nas metas do milênio, mas vamos continuar avançando, temos ainda muito a fazer”, afirmou Antonio Anastasia.

 
De acordo com o levantamento do IPEA, a previsão é de que a  miséria no Brasil será extinta apenas em 2016. Mas em Minas Gerais , o mesmo estudo revelou que essa meta será alcançada até 2013. A antecipação é resultado das ações sociais implantadas durante o governo de Antonio Anastasia e do ex-governador Aécio Neves, para a redução contínua da miséria no Estado.

“Reduziremos, segundo os dados do governo federal, até 2013, a miséria a zero em Minas Gerais , à frente de Rio de Janeiro, à frente de São Paulo, e de estados muito mais homogêneos do que o nosso. Isso, casado com os indicadores de educação e com os indicadores de emprego, mostra que nenhum estado brasileiro avançou tanto no campo social como avançou Minas Gerais”, disse Aécio Neves.

A pobreza absoluta em Minas caiu de 46,9% para 25,6% entre 1995 e 2008. Este índice é medido pelo rendimento médio domiciliar de até meio salário mínimo mensal por integrante da família que mora na mesma residência (renda per capita). No mesmo período, a pobreza no Brasil diminuiu de 43,4% para 28,8%.

Outro dado relevante apontado nos estudos do IPEA foi a diminuição dos índices de pobreza extrema no Estado, que caíram em ritmo maior que o Brasil. Em Minas a queda foi de 21,1% para 9,3%, entre 1995 e 2008, enquanto no país foi de 20,9% para 10,5%, no mesmo período. O estágio de pobreza extrema considera as famílias que têm renda média de um quarto do salário mínimo, ou o equivalente a  R$ 127,50 por mês.  

 
Anastasia lembrou que, além da diminuição da miséria, o Estado também avançou no ensino básico. Pelo Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb) do País, Minas Gerais lidera o ranking de desempenho dos alunos dos anos iniciais do ensino fundamental.

“Volto a lembrar mais uma vez, o grande orgulho de nós mineiros de termos a nossa educação pública colocada como a primeira do Brasil pelos dados do Ideb”, afirmou Antonio Anastasia.

 
Queda da mortalidade infantil

Minas Gerais conseguiu reduzir também a taxa de mortalidade de crianças com até um ano de idade em 22,4%, entre 2003 e 2009, segundo a Secretaria de Estado de Desenvolvimento Social. A taxa caiu de 17 para 13,5 crianças por mil habitantes. O Estado concentra ainda o maior número de equipes do Programa Saúde da Família (PSF) no país. Em 2003 atuavam 2.571 equipes e hoje são 4.039, responsáveis pela cobertura de 71,4% da população, em 835 municípios. Mesmo sendo um programa do governo federal, o Governo do Estado investiu R$ 587,1 milhões do Tesouro Estadual no PSF, entre 2005 a 2009.

 

Redução da desnutrição

 
A taxa de desnutrição no Grande Norte (Norte de Minas e vales do Jequitinhonha e Mucuri) registrou queda de 55% entre 2003 e 2009, passando de 11,6 crianças, por grupos de 10 mil crianças de 0 a 4 anos, para 4,2 crianças atendidas nas unidades de saúde. Ações preventivas da saúde do Governo de Minas e de atenção primária, como o programa Saúde em Casa, contribuíram para reduzir internações hospitalares por doenças facilmente controláveis. Entre 2002 a 2009, houve uma queda de 38,2% para 33,14%. Esse avanço representou uma economia anual para os cofres estaduais de aproximadamente R$ 30 milhões.

 

Mais saneamento básico

Desde 2003, o Governo de Minas, por meio da Copasa, triplicou o número de estações de tratamento de esgoto (ETEs) em Minas, chegando a 100 unidades em todo o Estado. O volume de esgoto tratado saltou de 22 milhões de metros cúbicos em 2003 para 150 milhões de metros cúbicos em 2009. Para atender as regiões do Norte de Minas e vales do Jequitinhonha e Mucuri, o Governo do Estado também criou a Copanor, subsidiária da Copasa, que leva água tratada, com tarifa reduzida, para 134 mil pessoas em 64 localidades. Já foram 37 mil ligações realizadas.

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