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Sérgio Guerra: mobilidade urbana não é prioridade do governo

20 de setembro de 2013

“Resposta do governo aos problemas de mobilidade foi oportunista e inconsistente”, diz presidente do ITV
Ao iniciar as discussões do “Seminário Nacional Realidade e Futuro nas Cidades Brasileiras”, no dia 18 de setembro, no plenário 19 do Senado Federal, o presidente nacional do Instituto Teotônio Vilela (ITV), deputado federal Sérgio Guerra (PSDB-PE), avaliou que as manifestações populares que tomaram o país a partir de junho deste ano estabeleceram como prioridade compulsória a discussão dos problemas de mobilidade urbana, ignorados pela gestão petista.

“O protesto teve características óbvias: declarar a insatisfação da população brasileira com as condições da mobilidade. A resposta do governo foi oportunista e inconsistente. Por isso, a resposta que temos que dar é a avaliação de temas e soluções brasileiras no que poderá vir a ser o governo que o PSDB pretende realizar”, disse.

O tucano destacou a multiplicação da população e a crescente urbanização presente em todo o país, com uma sociedade que era preponderantemente rural transformando-se em predominantemente urbana, como pontos ignorados pelo governo federal no planejamento das políticas de transporte.

“A marca do governo atual é a falta de políticas de mobilidade urbana. A ação feita e desenvolvida até hoje é completamente insuficiente. A mobilidade se transformou no principal problema da maioria dos municípios, inclusive na cidade em que vivo”, afirmou.

“A incompetência e insuficiência de governo para solucionar os problemas é brutal. Infelizmente, a incapacidade técnica e falta de visão geral afeta a vida no trabalho de milhões de brasileiros”.

Sérgio Guerra salientou ainda que a abordagem elucidativa oferecida por prefeitos e especialistas da área, durante os debates, deve ser imediatamente transformada em propostas seguras, que se impõem como prioritárias sob qualquer aspecto em âmbito nacional.

“Prefeitos eleitos e técnicos em nossas capitais darão contribuições a esse começo de discussão. É preciso abrir esse debate a ambientes mais amplos”, completou.

Fonte: Portal PSDB