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Domingos Sávio defende manutenção do controle de vazão em Furnas e Peixoto

10 de fevereiro de 2022

A vigência do Plano de Contingência estabelecido pela Agência Nacional de Águas (ANA) para a recuperação dos reservatórios do Sistema Interligado Nacional (SIN), que inclui os lagos de Furnas e Peixoto, está permitindo o replecionamento das represas. Em fevereiro, Furnas atingiu a cota mínima de 762m e Marcarenhas de Moraes (Peixoto), deve alcançar nesta quinta-feira, dia 10, o nível mínimo para o uso múltiplo das águas.

Defensor do atual cenário, quando os índices dos reservatórios estão compatíveis com a realização de atividades econômicas desenvolvidas a partir do uso comum da água, como a pesca, turismo, agricultura e geração de energia elétrica, o deputado federal Domingos Sávio cobrou a prorrogação das medidas vigentes que fixam o volume máximo de vazão.

Em reunião com diretores da ANA, em Brasília, Domingos Sávio defendeu a manutenção do Plano de Contingência, que é um anseio para milhares de mineiros que vivem no entorno de Furnas e Peixoto.

Conforme o Plano de Contingência, o controle da vazão defluente, ou seja, a quantidade de água que sai pelas turbinas de Furnas, ficará vigente até o reservatório atingir o percentual de 70% do volume útil. Mas, para Domingos Sávio, a continuidade dessa política permitirá que o lago alcance a cota máxima de 768m e, assim, tenha condições de garantir o uso múltiplo das águas inclusive no período de seca.

Estamos firmes e atentos para enfrentarmos a estação da seca sem baixar a cota 762m. Esse é o nível considerado mínimo ideal para a geração de energia elétrica e manutenção de atividades econômica nos 34 municípios banhados pelo lago”, afirmou Domingos Sávio.