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SEBRAE quer apoio de Arantes para retomada de desenvolvimento dos pequenos negócios

10 de julho de 2020

O deputado Antonio Carlos Arantes, que é presidente da Frente Parlamentar das Micro e Pequenas Empresas da ALMG, participou na quarta-feira (08) de uma reunião virtual com a diretoria do SEBRAE-MG, que teve a participação do diretor técnico João Cruz; do Gerente da Unidade de Desenvolvimento Alessandro Chaves, e do Analista da Unidade de Desenvolvimento, Nilo Raposo. Arantes estava acompanhado do seu chefe de gabinete, Luciano Gontijo.


Na reunião, o SEBRAE solicitou ao deputado Arantes apoio para a implantação do Plano de Retomada do Desenvolvimento dos Pequenos Negócios atingidos pela Pandemia do Coronavírus, que prevê a participação dos municípios.


O deputado Arantes manifestou apoio imediato à proposta: “Precisamos agir para recuperar a economia em Minas e a ajuda tem que vir de todos os lados. Sabemos das limitações que ano eleitoral impõe e também das dificuldades econômicas enfrentadas por grande parte das prefeituras, mas, mesmo assim, elas ainda podem ajudar o pequeno comércio em sua cidade e o SEBRAE vai mostrar como isso pode ser feito”, afirmou Arantes.


Para que o plano prospere, o diretor João Cruz quer o apoio institucional da Assembleia Legislativa: “Esta é uma demanda do nosso presidente nacional, Carlos Melles, e sabemos da liderança política do deputado Antonio Carlos Arantes e da importância da Frente Parlamentar. Por isso, precisamos que ele seja nosso embaixador junto aos municípios e também para apresentar nosso plano na ALMG. O apoio dos demais parlamentares é fundamental, com a aprovação de leis para regulamentar nossa ação”, afirmou.


A estimativa do SEBRAE é de que cerca de um milhão, setecentos e cinquenta mil pequenos negócios foram afetados pela pandemia e de que pelo menos 40% deles deixarão de existir. Segundo o diretor João Cruz, o SEBRAE sozinho não conseguirá atender a todos, daí a necessidade de convocar os municípios a dar suporte nessa ação.


O plano do SEBRAE prevê a participação das prefeituras em várias frentes de atuação. Entre elas, transferência de recursos, abertura de mercados e de frente de trabalho, prorrogação de prazos para a cobrança de impostos, como o ISSQN e o IPTU, além da validade de CDNs e licenças municipais.