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Má administração do PT gera caos na saúde, segurança, educação e cria retrocesso em Minas

20 de setembro de 2017

jeitoPTmuro

Além de comprometer a prestação de serviços básicos à população, governo Pimentel sequer paga seus servidores em dia

Os deputados do bloco Verdade e Coerência usaram a tribuna da Assembleia Legislativa de Minas Gerais para criticar a ausência de investimentos do governo Fernando Pimentel em áreas prioritárias do Estado, como saúde, educação e segurança. Durante a reunião ordinária de Plenário, na terça-feira (19/9), os deputados demonstraram preocupação com a grave crise provocada pelo governo do PT em Minas, que está esfacelando as políticas públicas construídas ao longo de anos no Estado.

“Estamos vivendo um retrocesso. São cortes de investimentos e custeio em todas as áreas. Na educação, cortaram o dinheiro da merenda escolar das escolas integrais e dinheiro do transporte escolar. Na saúde, a subsecretária assumiu que o governo não está repassando o dinheiro para pagamento de fornecedores, compra de medicamento e, com isso, está comprometendo o funcionamento da saúde pública em Minas Gerais. Na segurança, delegacias estão em péssimas condições de trabalho, faltando colete a prova de bala, rádio comunicadores e até munição, sem contar as viaturas que estão deterioradas”, afirmou o deputado Sargento Rodrigues (PDT).

A má gestão do PT em Minas tem deixado suas marcas e não se restringe às políticas públicas. Uma delas atinge diretamente o funcionalismo público, que por 12 anos teve seu salário pago impreterivelmente em dia e agora está vendo seus vencimentos se distanciarem cada vez mais do quinto dia útil, conforme explicou o deputado Gustavo Corrêa (DEM).

“O estado há quase dois anos não paga o salário dos servidores em dia e mais, combina de pagar em três parcelas, mas todo mês acontecem atrasos na segunda e na terceira parcelas. Nunca cai da forma que foi combinado. Muitos servidores que que obtiveram empréstimos consignados e fizeram a opção de desconto em folha estão tendo problema com as instituições de crédito. Esses servidores têm seus nomes no SPC por irresponsabilidade desse governo e isso é um absurdo”, criticou Gustavo Corrêa, que é líder do bloco Verdade e Coerência. O bloco é composto por cinco partidos: DEM , PDT , PP e PTB, além do PSDB.

A grave crise financeira em que se encontra o Estado também foi lembrada. O deputado Felipe Attiê (PTB) afirmou que Minas está falida, ato reconhecido pelo próprio governador Pimentel em dezembro do ano passado, quando decretou estado de calamidade financeira. “O Estado está falido. Não tem dinheiro sequer para pagar os professores e aposentados, mas o PT fica aí fazendo a velha pirâmide, pegando daqui para tampar ali, vendendo o almoço para fazer a janta. Se pudesse ia a uma financeira pegar empréstimo, mas nem isso pode porque está negativado. As contas públicas não permitem ele tirar dinheiro de lugar nenhum. Faliu e isso uma hora vai explodir”.

Fonte: Bloco parlamentar Verdade e Coerência