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Bloco Verdade e Coerência divulga nota sobre indiciamento de Pimentel pela Polícia Federal

12 de abril de 2016

Nota à imprensa

O Bloco Verdade e Coerência manifesta repúdio e indignação à atitude do governador Fernando Pimentel, agora indiciado em diversos crimes, de recusar a convocação feita pela Polícia Federal para depor sobre as investigações da Operação Acrônimo. As acusações envolvem o nome do próprio governador, de sua esposa Carolina Oliveira, de membros do alto escalão do governo de Minas e de seu amigo, Benedito Rodrigues de Oliveira, o Bené, suspeito de ser o operador do esquema.

Pimentel foi indiciado pela Polícia Federal, conforme notícias divulgadas pela imprensa, sob acusações de corrupção passiva, tráfico de influência, lavagem de dinheiro e organização criminosa. Crimes que teriam sido praticados em sua campanha e também enquanto ministro da presidente Dilma Rousseff, de quem ė amigo e correligionário.

A cada dia são revelados mais indícios que reforçam as suspeitas de que o governador se valeu de atos ilícitos para favorecimento político próprio e de aliados, nas campanhas de 2010 e 2014. Por essa razão, os deputados de oposição em Minas defendem que as investigações sigam com rigor para que todas as denúncias possam ser esclarecidas. O bloco confia no trabalho da Polícia Federal, do Ministério Público e do Superior Tribunal de Justiça (STJ).

Para os parlamentares de oposição, ao obstruir o trabalho da Polícia, Fernando Pimentel não só joga por terra o ditado que diz que “quem não deve não teme”, como desonra e fere o cargo que ocupa. O que os mineiros desejam é que o governador venha a público para dar respostas sobre as graves denúncias que envolvem seu nome na Operação Acrônimo, além de cooperar com as investigações em curso.

Bloco Verdade e Coerência