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Bloco Verdade e Coerência divulga nota repudiando o novo aumento no preço do álcool e da gasolina no Estado

31 de Janeiro de 2018

Os deputados do bloco de oposição repudiam o novo aumento no preço do álcool e da gasolina no Estado, que entra em vigor nesta quinta-feira (1º/02). Esse é o segundo reajuste provocado pelo governo de Fernando Pimentel nos combustíveis em 2018. No apagar das luzes de janeiro, o valor de referência sobre o qual incide o Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) foi elevado. Em consequência disso, o preço do litro da gasolina comum ficará R$ 0,08 mais caro na bomba, o do etanol terá alta de R$ 0,04 e o da gasolina premium aumentará R$ 0,18 por litro, conforme cálculo divulgado pelo jornal O Tempo.

O novo arrocho entra em vigor exatamente um mês após a primeira facada de Pimentel no bolso dos mineiros. No dia 1º de janeiro, o preço dos combustíveis em Minas foi impactado pelo aumento do ICMS do álcool e da gasolina, sancionado pelo governador petista no ano passado. A alíquota da gasolina subiu de 29% para 31% e a do álcool passou de 14% para 16%. Na bomba, o impacto do preço final pago pelos motorista foi de aproximadamente 2%, segundo levantamento realizado em junho do ano passado quando a lei foi aprovada na surdina pela base governista na Assembleia Legislativa de Minas Gerais, com voto contrário dos deputados de oposição.

A medida afeta não apenas quem precisa abastecer o carro próprio, mas toda uma cadeia produtiva que depende do serviço de transporte para levar mercadorias até as gôndolas dos sacolões e supermercados, farmácias e comércio em geral.

Com os dois reajustes (alta na alíquota do ICMS e na base de cálculo), os impostos que incidem nos combustíveis vão ultrapassar 50% do preço do litro, segundo cálculo do Sindicato do Comércio Varejista de Derivados de Petróleo no Estado de Minas Gerais (Minaspetro).

Se de um lado Pimentel provoca um arrocho no bolso dos mineiros, de outro, mantém-se como o governo mais caloteiro da história de Minas Gerais. Além de não pagar em dia os servidores e parcelar seus salários, o governo retém o dinheiro do transporte escolar e os recursos de ICMS, IPVA e saúde que pertencem às prefeituras.

Assessoria de Comunicação do bloco Verdade e Coerência