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Aécio Neves é eleito presidente nacional do PSDB

18 de maio de 2013

O senador Aécio Neves, eleito presidente nacional do PSDB, foi aclamado por 6 mil pessoas que participaram da convenção do partido - Foto: George Gianni

Aclamado por seis mil pessoas, entre militantes tucanos e tucanas, lideranças e parlamentares, o senador Aécio Neves (PSDB-MG), novo presidente nacional da legenda, disse, neste sábado (18), que é hora de construir uma nova trajetória para o PSDB e para o país.

“A nossa história vai recomeçar e só terá êxito se devolvermos ao Brasil uma administração séria, responsável e eficiente, ” afirmou.

“Tenho orgulho da nossa história. O PSDB sempre esteve do lado certo, do lado da democracia”, prosseguiu.

“Nosso DNA está em todos os programas de transferência de renda desse país. Queremos que cada brasileiro, não importa de onde venha, possa escolher o seu caminho. Onde estiver o PSDB, estará a defesa intransigente da ética e da democracia”, reiterou.

União – Aécio ressaltou ainda a importância da união das frentes do partido, conclamando a militância a percorrer a estrada.

“Assumo um partido unido como nunca. Essa unidade responde pelo nome do companheiro Sérgio Guerra”, reconheceu.

“Somos todos parte de um mesmo corpo, todos comprometidos com a mesma causa. Ninguém tem o orgulho que eu tenho, porque ninguém tem o time que tem o PSDB. Nós não temos o que temer”.

Emoção – No discurso, o senador se emocionou ao lembrar a lição dada pelo pai, Aécio Cunha, e o avô, Tancredo Neves: “Ética e política devem ser como irmãs siamesas e nunca se separarem.”

Governo do PT – Ao assumir a  presidência do PSDB pelos próximos dois anos, Aécio, líder da chapa eleita por 521 dos 535 convencionais, o equivalente a mais de 90% dos votos, criticou a administração petista.

Segundo o senador, foram esquecidas três áreas fundamentais: educação, saúde e segurança.

“O PT resolveu comemorar os dez anos de sua administração porque, se tivessem que comemorar os dois anos da presidência de Dilma, só teriam atingido três marcas: “O Pibinho ridículo, a volta da inflação e as obras de infraestrutura estagnadas”, concluiu.